Este texto, de maneira simples e divertida, assim como são seus participantes, procura deixar registrado como surgiu a atual Turma do Papa.
Há praticamente 30 anos, lá pelos idos de 1980, um grupo de amigos e parentes, na sua maioria de origem italiana, fazia lá no Pinhal (RS) da pesca seu lazer familiar e de amigos. Não precisa dizer é claro, que como bons italianos, à busca pelos peixes era o alvo principal, mas sem esquecer, no entanto, que pesca sem boa comida, sem um bom vinho colonial e uma cerveja bem gelada, não é pesca.
Dito isto, ou seja, até agora não foi dito nada, vamos falar dos pioneiros que formaram a atual e eterna Turma do Papa, pois esperamos que nossos filhos e pessoas que se juntam à Turma dêem a devida continuidade . Todo grupo sempre tem um líder e no nosso caso não é diferente. Podemos com certeza atribuir ao Lucindo Bottin à condição de nosso patrono. Ele por modéstia não vai gostar muito disto, mas a verdade é esta. O Lucindo, para quem não o conhece, é aquela pessoa que sabemos que na hora em que precisarmos podemos contar, pois amizade e palavra são suas características marcantes. Quanto ao temperamento trata-se de um cara , em princípio, tranqüilo, mas como bom italiano, quando alguma coisa não sai como espera, pode ter certeza que as mesas tremem. Por falar em mesa, uma de suas especialidades é arremesso de mesa de jogar carta à distância, pois em certa pescaria alguns participantes em vez de estarem pescando, estavam jogando carta em pleno horário do peixe. Solicitou que os mesmos fossem pescar. Passados alguns instantes, em não tendo sido atendido seu pedido, dirigiu-se ao grupo e disse: “Eu avisei” e nisso a mesa com fichas e cartas foi arremessada para cima. O vento Nordeste agradeceu e as cartas e fichas devem estar ainda navegando em direção à Patagônia. Isto poderia ter sido evitado, já que o Miguel alertara aos jogadores dizendo: “Lá vem o bufão”.
Agora, já identificado o patrono da Turma do Papa e antes de passarmos a falar sobre os demais participantes, prestamos nossas homenagens à Furiosa, que nada mais é do que a saudosa Chevrolet C-4, cor amarela, ano mil novecentos e alguma coisa, que através de sua fidelidade e valentia serviu-nos durante todo este período, nunca deixando-nos na mão.
Feita esta consideração, não podemos deixar de registrar os demais participantes, que infelizmente, alguns não estão mais em nosso convívio, mas com certeza estão e sempre estarão presentes em nossas memórias e pescarias, pelos exemplos de solidariedade, alegria, simplicidade e amizade que cultivaram em nossa turma.
Como forma de homenagear dois parceiros que foram requisitados para pescar junto a Deus, prestamos nossas homenagens ao Bleno Bertuol (cunhado do Lucindo) e ao Miguel Pano (amigo e colega de serviço do Lucindo). Esta dupla foi e será sempre inigualável, cada um com suas características, mas que no final se complementavam. Para registrar, o Bleno era (e sempre será o cara) aquela pessoa que não tinha bola ruim, não tinha dificuldade dos outros que ele não se apresentasse para ajudar e sempre disposto fazendo pratos simples (churrasco, pastel - ele dizia pasteli só para sacanear -, massa, peixe frito, polenta, etc, mas todos com sabores maravilhosos, pois seus ingredientes principais além de sálvia e mangerona eram a alegria e amizade. Tinha por hábito usar alguns jargões próprios como: “ Chifrudo, Cavalinho zaino, Se ferou (com um erre só).
Já o Miguel, não tinha as mesmas habilidades culinárias, embora fizesse um arroz de carreteiro, que no entanto era muito salgado. Mas da mesma forma que o Bleno, era um tremendo parceirão, pois conquistava a todos com sua sinceridade, alegria e irreverência, que ficou marcada com certos jargões, que somente aqueles que com ele conviveram, podem entender o que está sendo relembrado, como frases do tipo : “impossível, isto só acontece comigo”, ou, “lá vem o bufão”, ou ainda mais “o homenzinho só tá me olhando” e para finalizar, sem nenhum caráter pejorativo, a famosa “vai pra puta que te pariu” dita sem a menor maldade, somente com intenção de brincadeira (aqui no grupo esta é uma frase muito carinhosa).
Feitos estes registros, não podemos de registrar que o Patrono, como bom pai, desde aquela época trazia junto consigo o seu filho Luciano, que inicialmente foi guindado ao cargo de catador de marisco, depois promovido para limpador de peixe, em seguida para limpador de acampamento, em seguida para auxiliar de pescador, até que quando pescou sua primeira pequena raia de mais ou menos uns 20 kg, foi finalmente aceito no grupo da época como pescador oficial.
Já que estamos falando do Luciano, embora ele não vá gostar pela humildade que lhe é peculiar, dá para dizer que este é o cara. Aprendeu a pescar com o pai, a cozinhar com o Bleno e além disto, é parceiro para toda encrenca, principalmente para desmanchar “flashs” feitos por alguns pescadores (não vão ser ditos os nomes por questões legais – danos morais - e de nosso regimento interno que proíbe a divulgação de mancadas e micos). Some-se a isso que o Luciano, sem querer gerar ciúme, é o cara que mais(melhor) pesca, além de conseguir fazer o lançamento mais distante (quase esgota a linha do carretel).
Junto com o Luciano, o Patrono inseriu no grupo, o seu sobrinho Clóvis Tondo, que à época saiu de Bento Gonçalves, vindo morar em Porto Alegre na residência do Lucindo, para estudar. O Clóvis foi muito bem recebido pela família Bottin, haja vista que foi aprovado no vestibular de Medicina. Dentro daquilo que aprendeu, a pesca foi uma de suas matérias preferidas, pois até hoje pescar é um de seus programas preferidos. O Clóvis também é conhecido como Figura, ou Peça. Estes apelidos foram aplicados já há muitos anos. As razões não podem ser aqui expostas, mas quem o conhece, não terá dificuldades em associar o apelido ao Doutor. Dentro da pescaria, o Peça é um dos responsáveis pelo atendimento médico, cabendo-lhe levar medicamentos para algumas situações emergenciais que possam ocorrer. Em nossa pescaria raramente acontece algum fato que precise atendimento efetivo, pois nossa turma bebe muito pouco e costuma comer menos ainda. Devido a idade do grupo, somente por precaução e não por dores, utiliza-se umas 10 caixas de relaxantes musculares em 4 dias. Nota-se que a idade não atrapalha ainda. Quando acabam os remédios, somos obrigados a tomar outra medicação, cujo componente básico é a cevada, em estado bem gelado. Tem surtido muitos bons efeitos. Qualquer exagero de consumo será punido pelo Dr. Clóvis, que tem entre suas funções, a observância de consumo , levando consigo até um bafômetro. Ele não perdoa consumo elevado.
Dentre os fundadores da Turma do Papa, não podemos deixar de citar o Isidoro Pastorello (outro cunhado do Patrono), que atualmente não tem nos dado o prazer de sua companhia, em virtude de estar desmotivado para pesca em virtude de já ter pego milhares de peixes.
No mesmo período, o Lucindo traz lá de Pinto Bandeira (RS) o seu grande amigo Ciro Coghetto, gringo forte, daqueles bonachão, com voz rouca, inseparável de sua “rincha” e sempre com um sorriso matreiro, sinônimo de quem sempre está preparando uma brincadeira. Duas características, de longe identificavam o Ciro quando ele pescava: o uso de um chapéu de palha e um calão de madeira com um cesto de vime, cravado a seu lado dentro do mar. Para nossa sorte, apreciadores da comida italiana, o Ciro sempre trazia lá de sua Pinto Bandeira, aquele pão caseiro (feito magistralmente pela Dona Olga, sua esposa) , vários garrafões de vinho produzidos por sua família, além de queijos, salames e uvas de mesa. Infelizmente, com o passar do tempo o Ciro deixou de acompanhar-nos nas pescarias. As razões até hoje não ficaram claras, mas dizem alguns que é em função do contido numa expressão do dialeto italiano, que se diz “soto belin”, ou seja, mandado pela mulher.
Em seguida, junta-se ao grupo o Antonio Bottin (primo do Patrono), cujas características principais são a capacidade de identificar buracos, valos, valetas e valetões, além de ter conhecimentos sobre astronomia, ventos, tábua de marés, bem como em mecânica, especialmente em longarinas. Soma-se a tudo isto que o homem é bom de pesca, pois sempre consegue fisgar grandes peixes (nem tanto, não deixa ele ler isto). Além disto, não dá para esquecer de registrar a capacidade que o Antonio tem em dar saltos ornamentais quando faz lançamentos que segundo ele caem no segundo buraco (para nós eles não passam do primeiro buraco, mas aí é somente uma questão de ponto de vista, ou melhor, de ótica).
Praticamente na mesma época surge o Reginaldo (vizinho do Patrono em Pinhal(RS)), bonachão, com sua calma peculiar, bom cantor e bom tocador de violão, além de excelente habilidade em pintura ( pintou o cabelo de um pescador, cujo nome não será revelado, a fim de não infringirmos o nosso regimento interno. Que sorte tua ein Pagliarin.!
Nesta época o Sr. Lucindo ( só para não dizer Patrono toda hora) traz para a pescaria o Marcolin. Este é um capítulo à parte, pois além de ser um cara extremamente prestativo é extremamente eficiente, pois é um faz tudo de primeira, pois guia caminhão, providencia o café na beira da praia, faz o almoço (churrasco), faz a janta (polenta, massa, galeto etc) e ainda limpa os peixes. Tem fôlego de gato. Tem uma frase, ou melhor, uma palavra que é sua marca registrada, ou seja, quando alguém pesca algum peixe ou acontece alguma coisa boa, ele grita; “Feito”. Não provoquem o homem contra o Inter, pois aqueles que assim o fazem recebem um assobio típico dele, em seguida complementado com a frase “Aí segundona”.
Já que o Patrono, além do Luciano, tem sua filha Cristina e a mesma por razões óbvias não gosta de pescar, nada melhor do que trazer seu genro, Hilson Marazita para a Turma. Desta forma deu-se o ingresso do Marazita no grupo. Só tinha um problema: o cara nunca tinha pescado em sua vida, sem a mínima noção do que era um papa-terra, um bagre, uma corvina, etc., mas com as dicas do sogro e cunhado, o aprendizado aconteceu de maneira tranquila e lenta, certamente mais lenta do que tranqüila. Por falar em tranqüilidade, quando acontece alguma coisa ruim, ou simplesmente não está saindo peixe, o homem fica que é uma fera, blasfemando coisas que jamais poderão ser repetidas. É apenas um desabafo carinhoso, que no final acaba bem. Faz parte daquele grupo que gosta de provocar polêmicas entre os participantes, principalmente no que se refere a qualidades técnicas de jogadores e treinadores profissionais, atiçando principalmente um pescador (que não será dito o nome, mas todo mundo da turma sabe quem é) que é fã número um do Clayton e do Tite. Para dizer a verdade o Marazita, assim com outros, é meio folgado, pois não cozinha, não cata marisco e é chegado, ou melhor, muito bem chegado a um garfo, doce e um pouco na cervejinha (pouco perto dos demais).
Um tempo depois junta-se ao grupo o Maurício Pagliarin, que também trabalhava com o Lucindo na Motrisa. O Pagliarin junta-se ao grupo, mais especificamente nas atividades de auxílio ao Marcolin, ajudando a preparar o churrasco e limpando os peixes, dando uma ênfase na preparação e distribuição de bebidas aos briosos pescadores. O Pagliarin tem o hábito de contar certas coisas que aqui não podem ser divulgadas, pois se assim o fossem, no mínimo teria que ser submetido a uma junta de psiquiatras. O mesmo conta piadas, sendo sempre o primeiro a começar a rir delas próprias, contando com o apoio dos demais no riso, sob pena de perdermos o amigo.
A seguir entra para a turma o Boezzio, casado com uma das sobrinhas do Patrono. Inicialmente, como bom militar disciplinado, participava de maneira discreta, obedecendo e respeitando as ordens estipuladas pelos mais velhos. Só que em seguida, semelhante a uma operação militar, fez o reconhecimento das características pessoais dos pescadores e identificou claramente quem mandava. Identificado o poder, sobrou para todos os demais, pois o Boezzio é um cara que perde o amigo, mas não perde a piada. Todo mundo entrou em sua alça de mira. Depois usando seu prestígio, conseguiu com seus amigos extra pescaria, 2 barracas grandes, daquelas semelhantes as usadas em manobras militares. Uma servia de refeitório e a outra de dormitório. Ainda bem que estas barracas tinham boa ventilação, pois imaginem o que é dormir de 12/15 homens no mesmo local, após um dia inteiro comendo churrasco no almoço e janta, além de grande quantidade de cerveja. Não precisa dizer o que acontecia, é óbvio demais. Já mais adiante, quando evoluímos e passamos a hospedarmo-nos no Hotel Plaza Bujuru, o Boezzio passou a levar um trailer que ficava durante a pescaria na beira da praia. Além de grandes jantas e bons vinhos, ocorreram grandes atoladas. Muitas destas foram feitas de propósito, pois ele fez somente para ter um pouco de emoção . Para ter mais emoção o cara comprou um Jeep, que em certos momentos parecia mais um submarino, pois entrava mar adentro para testar a capacidade tanto do Jeep quanto a sua de motorista. Ficou comprovado apenas que o Jeep era bom.
Em seguida, por intermédio do Clóvis, junta-se à nossa Turma o Flávio Romani. Depois de muitas conversas, descobriu que é parente do Patrono, facilitando assim a sua permanência no grupo, já que inicialmente seu desempenho em termos de pesca foi muito acanhado, pois utilizava um molinete que havia ganho de brinde quando comprou um par de chinelos Havaianas, que estavam em promoção. Neste período ficávamos acampados na beira do mar e à noite após jantarmos o Flávio usava como pijama aquelas roupas de cor verde que os médicos usam em bloco cirúrgico. Era muito interessante. Com o passar do tempo, em função do convívio, ocorreu a evolução, ou seja, o Flávio passou a pescar com carretilha , atingindo quantidades de peixes antes nunca sequer sonhadas. Quando alguém ou o próprio Flávio pesca algum peixe, ele costuma dar um sonoro berro dizendo: “rabudo”. Dentro da política de boa vizinhança, o Flávio passou a financiar a sobremesa, tanto do almoço quanto a da janta, trazendo sempre mandolates e rapaduras. É claro que como bom italiano, sua mão não abre muito, significando isto que os mandolates e rapaduras são adquiridos em lojas de R$ 1,99.
A seguir junta-se à Turma o Fernando Gonçalves, popularmente conhecido como Magrão (isto refere-se ao passado). O Magrão foi trazido pelo seu cunhado Longarina, digo, Antonio. Quando juntou-se ao grupo, seus conhecimentos sobre pesca em mar eram inexistentes, mas privilegiado com o convívio do Antonio, hoje sabe tudo sobre condições metereológicas, tipos de peixes, iscas adequadas etc. Pode ser considerado a nossa 2ª. enciclopédia ambulante. O Magrão, para aqueles que não o conhecem, é aquela figura que tudo está bem, sempre sorridente e sempre muito zeloso com seu cunhado, pois entre suas responsabilidades, está a de observância do comportamento físico-emocional do Antonio. Relativamente aos peixes, configura-se como um pescador que através de seus equipamentos mais sofisticados e alta técnica utilizada(na hora do lançamento chega a calcular a velocidade do vento), prioriza as maiores espécies, deixando a quantidade em segundo plano. Existe um assunto pendente, pois em determinado ano o Magrão pescou o maior papa-terra, mas na hora da premiação, como num passe de mágica, o papa-terra encolheu, ficando em 2º lugar. Para evitar constrangimentos, não vai ser dito quem levou o prêmio de 1º lugar, mas só para dar uma pista, o vencedor é sobrinho do Patrono e é médico.Até hoje o assunto está sendo examinado pela comissão de ética da pescaria, mas pelo jeito o assunto não terá solução breve, pois ainda há a possibilidade de ser impetrado recurso e o assunto ter que ir ao Supremo Tribunal de Pesca.
Mais adiante, depois de insistentes pedidos do Flávio, foi permitida a inclusão de seu filho Daniel Romani no grupo. Havia um certo exagero no tamanho de seu cabelo, o que contraria os princípios basilares de nossa Turma. Feita a adaptação, o Daniel apresentou-se com cabelo curto, conforme determinação do Patrono. O Daniel, a exemplo de seu pai (sempre é assim) trouxe seu molinete (também recebido como brinde na compra de um par de alpargatas) e inicialmente seus resultados não foram semelhantes aos dos pescadores mais experientes (nosso grupo só tem feras). Mas com muita garra e dedicação o Daniel em pouco tempo já pescava peixes grandes e em grande quantidade. Superou fácil o pai(não range os dentes Flávio!!). Tanto é verdade que o Daniel passou a ser conhecido como “meio-turno”, pois em apenas meio-turno pesca a mesma quantidade que os outros levam para pescar em 2 turnos . O Daniel é um cara todo certinho, que quando surge alguma dúvida sobre quantidade ou tamanho do peixe que está em discussão é a ele que se recorre. Está sempre tranqüilo e acompanhado por sua inseparável câmera fotográfica. A maioria dos registros fotográficos e filmagens foram feitos pelo “Meio-Turno”. A criação de nosso site é de sua autoria.
Uma das últimas pessoas a integrar nossa Turma é o Paulo Machado, amigo de infância do Vice-Patrono (Luciano). O Paulo é aquela pessoa que podemos chamar de operador em atividades gerais, ou seja, faz de tudo um pouco. O Paulo, além de ser um cara sempre alegre, disposto a ajudar, cozinha muito bem e tem uma condição física excepcional, pois conseguiu ficar 35 dias ininterruptos pescando, ficando este tempo todo com sua vara em prontidão. Também colabora conosco opinando sobre as condições de mar e meteorologia, pois aprendeu muito sobre estes assuntos quando trabalhava na aviação civil.
Nos últimos tempos, não podemos deixar de registrar, a incorporação de novos pescadores (embora de idade já um pouco avançada) que são o Eivo, o Daniel e o Guimarães, amigos do vice-patrono, que convivem em uma confraria que se reúne todas as 5as. Feiras para tratar de assuntos um poucos pesados (picanha, ovelha, costela, salsichão etc). O Daniel trata-se de um pescador mais experiente, já podendo receber a medalha de participante da Turma, mas os outros dois pescam relativamente bem(estão usando equipamentos um pouco defasados, pois utilizam ainda caniços de taquara, que sequer são vendidos atualmente) sem ter ainda atingido o nível de excelência que o grupo tem, mas percebe-se que suas performances estão em alta. Independente do desempenho em nível pesqueiro, eles já são considerados participantes da Turma, pois todos são camaradas, divertidos e participativos.
Se esquecemos de citar algum nome de algum participante em nossas pescas, certamente não foi intencional, mas sim pela falta de memória, já que a idade avança e isto traz suas consequencias.
Finalmente, agradecemos a Deus e a todos aqueles que fizeram e fazem parte de nossa Turma, pois com certeza todos contribuíram na construção destes momentos maravilhosos vividos, que certamente levaremos para o resto de nossas vidas.